Atividades
ATIVIDADES
EM BOMBARDA
Arte e exposições, Visita
De seu próprio motu: estudos e pinturas do ciclo final de Domingos Sequeira - Visita orientada
AtividadesNos últimos anos da sua atividade artística, já em Roma, Domingos António de Sequeira (1768–1837) concebe um ciclo de quatro grandes composições religiosas: Adoração dos Magos, Descida da Cruz, Ascensão e Juízo Final. Os quatro estudos de composição em cartão, pertencentes ao Museu Nacional de Arte Antiga, apresentam-se agora em diálogo com os estudos de figura do Museu Nacional Soares dos Reis e com duas das pinturas correspondentes — Descida da Cruz (Fundação Lello) e Adoração dos Magos (MNAA). Executados praticamente à escala final, estes desenhos revelam a construção progressiva das composições, desde a organização da luz e sombra até à fixação das expressões e gestos. A reunião dos cartões com as duas pinturas permite compreender de forma particularmente clara o diálogo entre ideia e realização, entre desenho e pintura, na maturidade do percurso artístico de Sequeira.
O QUE ESTÁ
A ACONTECER?
Arte e exposições, Visita
De seu próprio motu: estudos e pinturas do ciclo final de Domingos Sequeira - Visita orientada
Nos últimos anos da sua atividade artística, já em Roma, Domingos António de Sequeira (1768–1837) concebe um ciclo de quatro grandes composições religiosas: Adoração dos Magos, Descida da Cruz, Ascensão e Juízo Final. Os quatro estudos de composição em cartão, pertencentes ao Museu Nacional de Arte Antiga, apresentam-se agora em diálogo com os estudos de figura do Museu Nacional Soares dos Reis e com duas das pinturas correspondentes — Descida da Cruz (Fundação Lello) e Adoração dos Magos (MNAA). Executados praticamente à escala final, estes desenhos revelam a construção progressiva das composições, desde a organização da luz e sombra até à fixação das expressões e gestos. A reunião dos cartões com as duas pinturas permite compreender de forma particularmente clara o diálogo entre ideia e realização, entre desenho e pintura, na maturidade do percurso artístico de Sequeira.
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Arte e exposições, Visita
Série de esmaltes da Pequena Paixão - Visita orientada
No início do século XVI, o tema da Paixão de Cristo assume importância central na arte europeia. A expansão das práticas devocionais individuais e a valorização da meditação afetiva sobre o sofrimento de Cristo tornam-no um dos ciclos religiosos mais representados em todas as artes. Albrecht Dürer publica, em 1511, a série de gravuras intitulada Pequena Paixão. A obra foi decisiva para a fixação da iconografia do tema e para a sua receção, graças à difusão sem precedentes que alcançou. As oficinas de esmalte pintado de Limoges utilizaram frequentemente essas gravuras para criar pequenas pinturas em esmalte sobre cobre, simplificando, reorganizando e recriando a matriz gráfica, transformando-a em objetos de luxo, situados na fronteira entre as belas-artes e as artes decorativas. O MNSR conserva um raro conjunto dessas pinturas.
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Arte e exposições, Visita
Natureza-morta na coleção do MNSR - Visita orientada
Na hierarquia da pintura europeia definida pelas academias de Paris e de Roma, a natureza-morta ocupava uma posição abaixo da pintura de história, da mitologia, do retrato e da paisagem. Pintura de objetos inanimados, flores, frutos, plantas, insetos ou objetos utilitários, foi muitas vezes entendida como exercício e recurso para alguns pintores. No século XVII ganhou lugar de relevo, nas Repúblicas dos Países Baixos, graças ao interesse de uma burguesia enriquecida pelo comércio colonial. Do acervo do Museu Nacional Soares dos Reis há um conjunto de obras que agora fazem parte do discurso expositivo da exposição de longa duração, enquanto outras são motivo para uma nova leitura na exposição temporária de Rita Magalhães.
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Famílias, Oficina
Retratos de Infância: Viagem pela Luz e Cor de Sofia de Souza - Oficina para famílias
Vamos explorar o mundo familiar e luminoso da artista portuguesa Sofia de Souza. Na sua obra, as crianças e os espaços domésticos ganham vida através de pinceladas de luz e cor. Nesta oficina para famílias, vamos observar duas das suas obras e criar o nosso próprio retrato de um momento especial em família. Usaremos técnicas mistas, combinando desenho, pintura e colagem para capturar a nossa própria luz e cor do dia-a-dia.
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Inspirações cruzadas - Oficina de linogravura
A linogravura é uma técnica de gravura em relevo que utiliza o linóleo como matriz para a criação de estampados. Esta oficina articula a história da estamparia, a observação das coleções e a prática técnica da linogravura, em diálogo com o património do Museu Nacional Soares dos Reis. O workshop inicia-se com uma breve contextualização sobre a evolução da estamparia, desde os block prints em madeira até às práticas contemporâneas, seguida de uma demonstração de estampagem a quadro, a partir de um desenho de Soares dos Reis. Este enquadramento serve de base para a observação das coleções do museu e para a identificação de motivos, padrões e referências visuais. A partir das referências observadas nas peças em exposição, cada participante desenvolve um desenho original e procede à sua gravação numa matriz de linóleo, utilizando goivas. Ao longo do processo, serão abordadas as tintas adequadas à estampagem têxtil, bem como os cuidados a ter com a utilização e lavagem dos tecidos. Como exercício final, cada participante realiza a estampagem em tecido, incluindo um tote bag, levando consigo a matriz gravada e os trabalhos produzidos.
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Exposição de Inês d'Orey dedicada a Chandigarh - Soul Complex
Soul Complex apresenta a nova exposição de Inês d'Orey dedicada a Chandigarh, cidade construída de raíz na Índia dos anos 50. Através de fotografias-esculturas, Inês d'Orey cria uma experiência espacial e sensorial que percorre o legado de Le Corbusier, Pierre Jeanneret, Jane Drew, Maxwell Fry e numerosos arquitetos indianos. Fiel ao seu olhar silencioso e rigoroso, a artista investiga interiores institucionais, vazios urbanos e vestígios subtis de presença humana. Entre monumentalidade e intimidade, as imagens revelam a tensão entre utopia e vida quotidiana, evidenciando a arquitectura como força activa na construção de identidade e memória.
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