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de portas abertas

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Este bairro é único!

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Os Espaços

Aqui encontras toda a informação útil sobre os espaços de Bombarda, como a sua oferta artística e cultural, produtos e serviços, horários de funcionamento, localização e contactos.

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Descobre a sua história e deixa-te inspirar pelo que torna este bairro verdadeiramente único.

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Artigos e histórias
onde bombarda se revela

Fotografia retrato de José Pedro Tavares, no seu espaço Violetas Creative Studio
Criativos
Creatives in Bombarda - José Pedro Tavares

Com formação em Engenharia e Arquitetura Paisagista, José Pedro encontrou na arte floral uma extensão natural de um percurso há muito ligado à paisagem e à botânica.

Entre referências orientais, modernismo, tropicalismo e uma relação próxima com o território, constrói uma linguagem própria onde emoção, espontaneidade e pragmatismo convivem - sempre com espaço para a surpresa.

“Procuro novas formas de expressar a beleza e o mistério das plantas.” - Azuma Makoto

P: Como começou o teu percurso criativo e o que te levou a trabalhar com flores e decoração?

R: Acho que tudo parte de um mero acaso e de muitas tentativas e erros. No âmbito da minha atividade como paisagista e agricultor, os clientes começaram a pedir alguns trabalhos de arte floral. Aquilo que inicialmente era um complemento acabou por se tornar algo mais sério.

Depois veio o casamento da minha irmã, onde tive liberdade total para criar algo diferente: um bouquet feito a partir de madeiras tratadas pelo sol, frutos verdes e flores outonais.

P: Tens alguma formação ou experiência que tenha marcado a tua prática e o teu olhar sobre o design floral?

R: A minha formação base em Engenharia e Arquitetura Paisagista foi fundamental para criar uma estética aliada à emoção e aos produtos da época, com uma pitada de pragmatismo e racionalidade.

O resto aprimora-se com muito trabalho e prática. Por vezes, trabalhar sob pressão também ajuda bastante — torna-nos resilientes e focados.

P: Quais são as tuas principais fontes de inspiração — natureza, arte, moda, arquitetura?

R: Como referi anteriormente, há as influências do Oriente, o fascínio pela cultura árabe, o mar e a paisagem da Ria de Aveiro.

Depois há a arquitetura, os movimentos modernistas e o tropicalismo, onde encontro um exotismo essencial para o meu trabalho. Roberto Burle Marx, Luís Barragán e o nosso Gonçalo Ribeiro Telles são algumas das minhas referências — pilares na criação de uma estética tropical, autóctone e simplista.

“Menos é mais” é o meu novo mantra diário.

P: Há alguma técnica, linguagem ou tendência que estejas particularmente entusiasmado em explorar nos próximos tempos?

R: Para além do minimalismo japonês, encontro uma grande praticidade nos nórdicos — sou fã dos estilistas belgas e holandeses — e fascina-me a arte criada pelos movimentos modernistas alemães.

E depois há a exuberância da América Latina. Como não amar as cores do México, os cheiros da culinária venezuelana ou a flora amazónica?

Os antípodas são a nova tendência desta década…

P: O que significa para ti o bairro de Miguel Bombarda? Lembras-te da primeira vez que o visitaste?

R: Sou frequentador de Bombarda desde 1995. São 30 anos a conviver e a descobrir um quarteirão vibrante e cheio de histórias hilariantes.

Para mim, o sucesso de Bombarda assenta em três pilares fundamentais.

Primeiro, Bombarda é feminina. As mulheres são o coração do bairro. São elas que levam isto para a frente; a sua determinação e força de vontade são fundamentais para que este projeto cresça e dê frutos.

Fala-se muito de empoderamento feminino, mas em Bombarda sempre houve e sempre haverá “pelo na venta” no feminino.

“Penso que Bombarda é o cavalo de Troia da cidade do Porto.”

Segundo, Bombarda é como um restaurante Michelin de três estrelas onde se fazem omeletes - as mais deliciosas e delicadas - sem ovos. Aqui, tudo se faz com muito trabalho e dedicação, sem grandes apoios, mas com a ajuda de todos.

É um bairro muito unido e ninguém é esquecido.

E, por fim, penso que Bombarda é o cavalo de Troia da cidade do Porto. Bombarda existe para provocar. Em Lisboa, temos um Bombarda como hospital psiquiátrico; no Porto, temos um conjunto de “maluquinhos” que fazem e acontecem na cidade. Sempre tive a ideia de que a elite cultural lisboeta invejou e almejou ter um Bombarda no Porto. Não é por nada, mas quando temos clientes — bem-queridos e fantásticos — de Lisboa no nosso espaço, perguntam sempre porque não há uma loja destas na capital.

Portefólio

A prática do Violetas Creative Studio parte da botânica para criar composições onde flores, folhagens, frutos, texturas e outros elementos naturais se transformam em matéria de criação.

Entre design floral, decoração e eventos, cada projeto procura estabelecer uma relação próxima com o lugar, o momento e as pessoas, privilegiando a sazonalidade, a sensibilidade e a singularidade dos materiais.


Decoração de Casamentos e Eventos Sociais
Arranjos florais e styling para casamentos e eventos sociais, incluindo decoração, arte floral, desenho e ilustração.


Decoração Floral com peças de cerâmica
Composição floral e peça decorativa — Violetas Creative Studio. (Decoração para espaços interiores, com flores secas e cerâmica artística.)


Luminárias Artesanais
Luminária artesanal criada no Violetas Creative Studio. (Peça desenvolvida à mão, com foco em textura, luz e ambiente.)


Arranjos Florais Personalizados 
Bouquets e arranjos artesanais criados pelo Violetas Creative Studio. (Composições florais feitas à mão, adaptadas ao estilo e ocasião de cada cliente.)

Como colaborar

O Violetas Creative Studio é um espaço dedicado à arte, à botânica, às sensações e aos afetos.

Atualmente, desenvolve projetos completos para eventos sociais e casamentos, abrangendo decoração, arte floral, desenho e ilustração, com propostas concebidas de forma personalizada para cada contexto.

Para conhecer o trabalho do Violetas Creative Studio, propor uma colaboração ou solicitar um projeto personalizado, basta entrar em contacto diretamente com o atelier.

Contactos

Instagram: @violetas_creativestudio
Email: violetascolab@gmail.com
Telefone: +351 912 250 599

SABER MAIS
Photograph of Benedetta Grasso working in her studio and shop, Tobe Atelier
Por Dentro
Feito em Bombarda: 5 Espaços de Criação

In Bombarda, creativity is not confined to galleries or shop windows: it also happens in the ateliers and workshops that are part of the neighbourhood’s everyday life.

From metalwork and ceramics to furniture and designer objects, there are spaces where creation, production and presentation exist side by side. Places where you can meet the people behind the work, learn more about the materials and, sometimes, experience the creative process for yourself.

From the street to the studio, we visit five spaces that reveal a more intimate and handcrafted side of Bombarda.

Jewellery Experience

 

At CCBombarda, Jewellery Experience brings the world of jewellery closer to everyone who walks through its door. Created by designers Diogo Dalloz and Luma Boêta, it operates as both a shop and an atelier, presenting original pieces and bespoke projects.
Here, jewellery can also become an experience.

The space offers different formats that invite visitors to discover the techniques and processes behind the craft, including jewellery-making experiences and workshops dedicated to creating wedding rings.

It is an opportunity to understand the work behind a piece — and, in some cases, to take part in creating it.

More info: Jewellery Experience

Tobe Atelier

On Rua do Rosário, Tobe Atelier is Benedetta Grasso’s creative world, where jewellery and ceramics come together. Each piece is designed and handmade in Porto, celebrating the individuality of the materials and the subtle differences that make every object unique.

The atelier is both a place of work and discovery. Alongside its jewellery and ceramic collections, the project develops unique and bespoke pieces and hosts workshops where participants can experiment with both practices. Here, the handmade process is not hidden away: it is an essential part of each piece’s identity.

More info: Tobe Atelier

Ó! Cerâmica

On Rua Adolfo Casais Monteiro, Ó! Cerâmica brings three dimensions together in one place: gallery, studio and shop. This combination naturally connects the exhibition space with the place where ceramics are imagined and made.

More than a place to find finished pieces, Ó! Cerâmica offers a closer look at a practice in which material, experimentation and creation are all part of the same journey. 

It is a space that reveals Bombarda’s more hands-on, author-driven side.

More info: Ó! Cerâmica

Alma Nova

At Alma Nova, furniture and objects for the home are given new stories. The project creates handcrafted furniture and home décor in Porto, focusing on individual pieces and an approach that values creativity and transformation.

Alongside its own creations, Alma Nova sources personalised pieces and gives existing furniture a new lease of life through creative interventions. 

Its practical workshops add a participatory dimension to the project, inviting others to experience the pleasure of making things with their own hands.

More info: Alma Nova

Tincal lab

Founded by Portuguese jeweller Ana Pina, Tincal lab is both a workshop and a gallery dedicated to contemporary jewellery. Based at CCBombarda since 2018, it brings creation, experimentation, exhibition and contact with the public together in a single space.

Under the motto curating and experimenting in contemporary jewelry, the project presents solo and group exhibitions, collaborations and workshops with guest jewellers, showcasing work by Portuguese and international artists. 

More than a jewellery shop, it is a place to discover contemporary jewellery as a field of creation and experimentation.

More info: Tincal lab

In Bombarda, the distance between the person who creates a piece and the person who discovers it can be remarkably small.

These five spaces reveal a neighbourhood where ateliers, workshops, shops and galleries coexist, and where creative processes become part of the visitor experience. From ceramics and jewellery to furniture and designer objects, there are stories, techniques and materials to discover beyond the shop windows.

Discover Bombarda and what happens on the other side of the shop window, through the hands of the people who create here.

SABER MAIS
Fotografia de postais da edição de 2026 do Afinidades
Novidades
Afinidades 2026

O que pode nascer do encontro entre uma peça com quase três séculos de história e a criação contemporânea de Bombarda?

É a partir desta aproximação entre tempos, linguagens e formas de olhar que se constrói o Afinidades. Em cada edição, uma peça da coleção do Museu Nacional Soares dos Reis é escolhida como ponto de partida para desafiar artistas ligados ao Quarteirão Bombarda a desenvolver novas interpretações, estabelecendo relações entre património, território e criação contemporânea.
Depois de duas edições dedicadas à joalharia e à cerâmica contemporâneas, em 2024 e 2025, o projeto regressa em 2026 para explorar um novo território artístico: as práticas gráficas contemporâneas.

A Edição de 2026 - Práticas Gráficas Contemporâneas

Com curadoria de Júlio Dolbeth, ilustrador, investigador e professor da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, esta terceira edição desafiou artistas com prática ou representação no território de Bombarda a criar obras originais a partir de um objeto da coleção do Museu Nacional Soares dos Reis. O projeto conta ainda com design expositivo de Sílvia Pinto Costa e com a produção de Marina Costa e Vera Gonçalves, numa equipa constituída por elementos das duas instituições promotoras.



O ponto de partida foi uma Caneca Inglesa produzida na Real Fábrica de Vidros de Coina entre 1719 e 1747. Em vidro incolor transparente e cuidadosamente lapidado, a peça testemunha o desenvolvimento técnico da produção vidreira portuguesa no século XVIII e a circulação de conhecimentos e influências no contexto europeu.

A transparência, o brilho, o volume e a história deste objeto utilitário deram origem a diferentes possibilidades de leitura. Através do desenho, da ilustração, da colagem, da impressão e de práticas mistas, os artistas foram convidados a traduzir a matéria em imagem e a estabelecer novas relações entre objeto, memória e narrativa.

A edição de 2026 começou a 28 de março, com uma sessão pública no Museu Nacional Soares dos Reis. O encontro apresentou o programa, a peça de inspiração, a curadoria e o funcionamento da chamada aberta, reunindo representantes do Museu, da Associação Quarteirão Criativo e da comunidade artística.


A apresentação da Caneca Inglesa por Paula Oliveira, gestora das coleções de Mobiliário, Vidro e Gravura do Museu, permitiu conhecer o contexto histórico, material e museológico da peça. A sessão revelou também como um objeto aparentemente simples pode guardar múltiplas histórias sobre produção, circulação, uso e transformação.

O programa prolongou-se para além da chamada aberta. Em maio, o Museu recebeu o workshop “Laminado Gráfico”, orientado por Júlio Dolbeth e Marta Belkot. A partir de embalagens de Tetrapak reutilizadas como matrizes de impressão, os participantes experimentaram princípios da calcografia e novas formas de transpor o volume e a transparência do vidro para a superfície do papel.

Estes diferentes momentos fizeram do Afinidades não apenas uma exposição, mas um processo de encontro, aprendizagem e criação partilhada entre artistas, instituições e públicos.

Quarenta e nove interpretações de um mesmo objeto

O resultado deste percurso pode agora ser conhecido na exposição “Afinidades 2026 — Práticas Gráficas Contemporâneas”, inaugurada a 25 de julho na Sala das Pedras do Museu Nacional Soares dos Reis.

A exposição reúne 49 obras de artistas ligados ao Quarteirão Bombarda. Partindo da mesma peça, cada participante desenvolveu uma interpretação própria, demonstrando a diversidade de linguagens, técnicas e perspetivas que caracteriza a criação contemporânea do território.

O conjunto transforma a Caneca Inglesa num ponto de partida para múltiplas narrativas. Entre a permanência do vidro e a fragilidade do papel, entre a memória histórica e o olhar do presente, as obras mostram como o património pode permanecer vivo quando é interrogado, reinterpretado e colocado em relação com novas práticas artísticas.


Até 13 de setembro, os visitantes podem participar presencialmente na votação que, em conjunto com a avaliação do júri, contribuirá para a escolha da obra vencedora. A exposição permanece patente até 11 de outubro de 2026.

O Afinidades afirma-se, assim, como uma plataforma de ligação entre o Museu Nacional Soares dos Reis e o ecossistema criativo de Bombarda. Um projeto que aproxima património, território e criação contemporânea, abrindo novas possibilidades de descoberta tanto para quem visita o Museu como para quem vive, trabalha e cria no quarteirão.

Afinidades 2026 — Práticas Gráficas Contemporâneas

Local: Museu Nacional Soares dos Reis
Agenda:

  • Exposição até 11 de outubro de 2026
  • Votação do público até 13 de setembro de 2026

Fotografias no artigo: Associação Quarteirão Criativo, por João Octávio Peixoto

Esta edição do Afinidades é promovida pelo Museu Nacional Soares dos Reis em parceria com a Associação Quarteirão Criativo, com o mecenato do Super Bock Group, o patrocínio da DORF e o apoio do Círculo Dr. José de Figueiredo — Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis.

Mais info

SABER MAIS
Fotografia de retrato de Sílvia Pinto Costa na Scar ID
Criativos
Creatives In Bombarda - Sílvia Pinto Costa

Com formação em Artes Plásticas e um percurso que se estende pela fotografia, design, cerâmica, curadoria e ensino, Sílvia construiu uma prática multidisciplinar onde diferentes áreas se alimentam mutuamente.

Na SCAR-ID, esse percurso traduz-se numa curadoria assente na qualidade, na sustentabilidade e na valorização de criadores independentes.

"A ética não se aprende, vem de base — e a sustentabilidade é uma obrigação de um posicionamento em sociedade."
 

P: Como começou o teu percurso criativo? Como chegaste aos dias de hoje? Que influência tiveram as Artes Plásticas no teu percurso?

R: O curso de Artes Plásticas, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, deu-me uma base muito abrangente, que me permitiu trabalhar em diferentes áreas ao longo do tempo. Passei pela fotografia, pela cerâmica, pelo design, pela curadoria e pelo ensino, e sinto que foi essa formação que uniu todas as experiências profissionais que fui acumulando.

Curiosamente, nunca mais pintei depois de terminar o curso. Talvez um dia volte.

O meu percurso foi acontecendo de forma muito natural, sem um plano definido. Cada oportunidade abriu caminho para a seguinte — da fotografia ao ensino, da História da Arte à coordenação do curso de Design do IAI, e mais recentemente à cerâmica, onde reencontrei o prazer de trabalhar diretamente com a matéria.

P: Tens alguma formação ou experiência que tenha influenciado a tua visão sobre a relação entre design, ética e sustentabilidade?

R: A formação em Artes Plásticas foi determinante para desenvolver uma visão transversal das disciplinas criativas. No caso da SCAR-ID, muito do que aprendemos aconteceu ao longo destes doze anos de trabalho, enfrentando desafios e encontrando respostas de forma criativa.

A ética não se aprende, vem de base, e a sustentabilidade é uma consequência natural dessa forma de estar. Ao introduzirmos novos produtos num mercado já saturado, procuramos fazê-lo com sentido de missão, incentivando um consumo mais consciente: comprar menos, mas melhor.

Para nós, sustentabilidade significa sobretudo proximidade, responsabilidade e cuidado.

P: Como descreves o processo curatorial da SCAR-ID? Qual a importância de existir um espaço físico?

R: A curadoria acontece de forma muito orgânica. Estou constantemente atenta ao que acontece nas áreas criativas e, quando surge a vontade de integrar uma nova marca, organizar uma exposição ou promover uma conversa, tudo acontece de forma bastante natural.

O espaço físico é absolutamente essencial. Trabalhamos com objetos e com pessoas, e a loja-galeria é o lugar onde essas duas dimensões se encontram.

Acredito profundamente na importância de uma cidade viva, feita de lojas, galerias, cafés, ateliers, floristas e espaços culturais que alimentam a vida urbana. Sinto que a SCAR-ID faz parte desse diálogo e desse ecossistema. Manter uma loja-galeria física é, para mim, quase um manifesto a favor da cidade e da convivência entre pessoas.

Não faria sentido existir SCAR-ID sem esse espaço.

P: Que desafios encontras atualmente no setor do design independente e sustentável em Portugal?

R: O principal desafio continua a ser o mesmo: a reduzida capacidade de compra do público nacional. Os produtos que apresentamos têm um preço justo para quem os cria, mas nem sempre são compatíveis com a realidade económica portuguesa.

Por outro lado, as pequenas marcas enfrentam também enormes desafios ao nível da produção. Ainda existe pouca abertura da indústria para colaborar com designers e projetos independentes.

P: O que representa para ti o bairro Miguel Bombarda?

R: Estamos em Bombarda há mais de doze anos. Ao longo deste tempo o bairro transformou-se. Se antes era marcado sobretudo pelas galerias de arte, hoje integra também lojas, ateliers, cafés, floristas e muitos outros projetos que lhe dão identidade. É essa diversidade que faz de Bombarda um lugar especial para trabalhar.

Existe um verdadeiro sentido de comunidade, de entreajuda e de proximidade. Conhecemo-nos, colaboramos e sabemos que podemos contar uns com os outros sempre que é preciso.

Portefólio

A prática da SCAR-ID cruza curadoria, design de autor e criação artística, reunindo marcas independentes, produção responsável e projetos desenvolvidos em diferentes áreas, da cerâmica ao design contemporâneo.

SCAR-I10 — Open Call / Exposição (2023)
Projeto comemorativo dos 10 anos da SCAR-ID, reunindo mais de 50 participantes e propostas transdisciplinares apresentadas em conversas e exposição final.

Amálgama Líquida — jarra em grés com vidrado branco
Peça desenvolvida pela artista no âmbito da Open Call do 10.º aniversário da SCAR-ID; integra a linha ATER.

Casaco — acrílico preto sobre branco
Peça da coleção ATER x LIV, desenvolvida em coautoria com a marca LIV.


Como colaborar

A SCAR-ID dedica-se à curadoria e divulgação de design de autor produzido por marcas e criadores independentes, reunindo moda, acessórios, cerâmica e objetos de design produzidos de forma responsável.

Para além da loja-galeria, desenvolve projetos de consultoria criativa, curadoria, parcerias e acompanhamento de marcas independentes.

Se pretende conhecer as marcas representadas, propor uma colaboração ou visitar o espaço, a equipa da SCAR-ID está sempre disponível para receber novos projetos e novas ideias.

Contactos

Website
Instagram Scar-ID
Instagram Silvia Pinto Costa 
Email: info@scar-id.com

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O epicentro de lojas, negócios, cultura, inovação e criatividade.